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Introdução

27 de janeiro de 2012

Inspirado pelos escritos do sr. Bardo Wallace William, resolvi que não escreveria na forma usual. Acredito que deixaria a coisa mais densamente rebuscada (a beira do prolixo de outrora) do que deveria “naturalmente”. Por outro lado, escrever os 30 em linguagem poética requer-se-ia muito: comigo isto envolveria uma meditação séria e uma métrica e rima impecável (não esqueçam que há algo de repentista nordestino tradicional a me rodear). Então qual minha saída: a mais cabulosa que consegui pensar, talvez – acabo de notar – soe a mais pedante possível – escrever de forma gnômica, oracular em aforismos epistolares.

Eu nunca escrevi assim.

Corro o risco de deixar os textos terríveis e isto é muito sério. Estou avisando-vos de antemão. Assim o faço por estar realmente curioso do que sairá – é óbvio que nem eu sei, mas é um experimento que se tornou necessário. Outro motivo é por buscar brevidade, mais brevidade que poesia. E pelas circunstâncias que escrevo, não tenho condições para sempre unir a maré de inspiração com o arranjo das velas para aproveitar o tempo. Daí que peço-vos paciência. Outro detalhe, farei 30 posts e os postarei antes dos 30 dias, explico: devia já haver começado a postar, fiquei esperando o sr. Wallace William terminar para iniciar o meu. Mas infelizmente não tenho tempo para tal. A partir de muito em breve, retorno as atividades acadêmicas e do emprego, preciso postá-los o quanto antes.

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